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terça-feira, 25 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Gestão 2.0 : Por quê líderes criativos são tão raros?
por Marcelão em 27 de Julho de 2009 às 11:27 am
Pessoal,
encontrei no site da Harvard Business Review artigo do professor Navi Radjou, diretor executivo do centro de pesquisas sobre a Índia da Universidade de Cambridge, em que ele comenta uma palestra apresentada pelo Dr. Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, com o título “Liderança criativa na economia do conhecimento Global”.
Na sua palestra, o Dr. Kalam discursou sobre as mudanças tecnológicas e sócio-econômicas ocorridas no mundo, como o deslocamento do centro de gravidade econômica e geopolítica do ocidente para o oriente, o ritmo acelerado de mudanças tecnológicas e a crescente escassez de recursos.
Diante desse cenário, Dr. Kalam argumentou que as empresas, bem como as nações precisam desesperadamente do que ele chama de “líderes criativos,” uma nova geração de líderes visionários e empáticos que agem menos como comandantes e mais como treinadores, menos como gerentes e mais como facilitadores, e que permitem o auto-respeito antes de exigir respeito.
A partir de sua experiência, o Dr. Kalam articulou os oito princípios fundamentais de uma liderança criativa que são críticos para a condução de inovação e de crescimento na economia do conhecimento:
- O líder deve estabelecer uma visão para a organização;
- O líder deve ter paixão para transformar essa visão em ação;
- O líder deve ser capaz de liderar em um mundo de incerteza;
- O líder deve saber como liderar tanto no sucesso quanto no fracasso;
- O líder deve ter coragem de tomar decisões;
- O líder deve ter nobreza ao liderar;
- Cada ação do líder deve ser transparente;
- O líder deve trabalhar com integridade e ter sucesso com integridade;
Para ilustrar seu ponto, o Dr. Kalam citou líderes que para ele lideravam imbuídos com estas oito qualidades. Por exemplo, quando Índia fracassou no lançamento do primeiro satélite missão em 1979, o presidente da agência espacial indiana, Prof Satish Dhawan assumiu total responsabilidade pela falha, embora o Dr. Kalam tenha sido realmente o diretor da missão. Mas no ano seguinte, quando alcançaram o sucesso ao colocar o primeiro satélite contruído na Índia em órbita, o professor Dhawan não compareceu à conferência de imprensa, mas sim o Dr. Kalam para quem ele pediu que compartilhasse a história de sucesso com a mídia, dando-lhe todo o crédito para o sucesso da missão.
O autor do artigo comentou sobre como a economia mundial mergulhou em uma profunda recessão ao longo dos últimos doze meses devido a uma falta de liderança criativa em toda a sociedade e política. A falta de transparência - e muito menos nobreza - foi gritante entre as instituições financeiras, que acabou por conduzir à sua queda. Além disso, recentes escândalos políticos nos fizeram lembrar da absoluta falta de integridade em todo o espectro político.
O autor espera que, à medida que vamos saindo da recessão econômica, as empresas e os cidadãos irão eleger líderes empresariais e políticos que pratiquem uma liderança criativa com nobreza e integridade, que procurem agir menos como comandantes e mais como facilitadores, que sejam dotados de uma bússola moral que lhes permite trabalhar com integridade - e ter sucesso com integridade.
Concordo em gênero, número e grau com o professor Navi Radjou. O tema competências dos líderes do futuro é recorrente aqui nesse blog e deveria ganhar importância maior nas empresas, se elas quiserem realmente tornar-se sustentáveis, conciliando competitividade com a ética.
Esse é mais um post que vai para a série “Gestão 2.0″.
E você leitor, quem você considera como líderes criativos que apresentam os princípios acima relacionados? Quais os passos que sua organização está tomando para produzir tais lideranças?
Um abraço.
P.S : Força, Massinha!
“Keep the faith”
referencias
http://hsm.updateordie.com/hsm.updateordie.com/empresas/2009/07/gestao-20-por-que-lideres-criativos-sao-tao-raros/
0 Responses to “Gestão 2.0 : Por quê líderes criativos são tão raros?”
Pessoal,
encontrei no site da Harvard Business Review artigo do professor Navi Radjou, diretor executivo do centro de pesquisas sobre a Índia da Universidade de Cambridge, em que ele comenta uma palestra apresentada pelo Dr. Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, com o título “Liderança criativa na economia do conhecimento Global”.
Na sua palestra, o Dr. Kalam discursou sobre as mudanças tecnológicas e sócio-econômicas ocorridas no mundo, como o deslocamento do centro de gravidade econômica e geopolítica do ocidente para o oriente, o ritmo acelerado de mudanças tecnológicas e a crescente escassez de recursos.
Diante desse cenário, Dr. Kalam argumentou que as empresas, bem como as nações precisam desesperadamente do que ele chama de “líderes criativos,” uma nova geração de líderes visionários e empáticos que agem menos como comandantes e mais como treinadores, menos como gerentes e mais como facilitadores, e que permitem o auto-respeito antes de exigir respeito.
A partir de sua experiência, o Dr. Kalam articulou os oito princípios fundamentais de uma liderança criativa que são críticos para a condução de inovação e de crescimento na economia do conhecimento:
- O líder deve estabelecer uma visão para a organização;
- O líder deve ter paixão para transformar essa visão em ação;
- O líder deve ser capaz de liderar em um mundo de incerteza;
- O líder deve saber como liderar tanto no sucesso quanto no fracasso;
- O líder deve ter coragem de tomar decisões;
- O líder deve ter nobreza ao liderar;
- Cada ação do líder deve ser transparente;
- O líder deve trabalhar com integridade e ter sucesso com integridade;
Para ilustrar seu ponto, o Dr. Kalam citou líderes que para ele lideravam imbuídos com estas oito qualidades. Por exemplo, quando Índia fracassou no lançamento do primeiro satélite missão em 1979, o presidente da agência espacial indiana, Prof Satish Dhawan assumiu total responsabilidade pela falha, embora o Dr. Kalam tenha sido realmente o diretor da missão. Mas no ano seguinte, quando alcançaram o sucesso ao colocar o primeiro satélite contruído na Índia em órbita, o professor Dhawan não compareceu à conferência de imprensa, mas sim o Dr. Kalam para quem ele pediu que compartilhasse a história de sucesso com a mídia, dando-lhe todo o crédito para o sucesso da missão.
O autor do artigo comentou sobre como a economia mundial mergulhou em uma profunda recessão ao longo dos últimos doze meses devido a uma falta de liderança criativa em toda a sociedade e política. A falta de transparência - e muito menos nobreza - foi gritante entre as instituições financeiras, que acabou por conduzir à sua queda. Além disso, recentes escândalos políticos nos fizeram lembrar da absoluta falta de integridade em todo o espectro político.
O autor espera que, à medida que vamos saindo da recessão econômica, as empresas e os cidadãos irão eleger líderes empresariais e políticos que pratiquem uma liderança criativa com nobreza e integridade, que procurem agir menos como comandantes e mais como facilitadores, que sejam dotados de uma bússola moral que lhes permite trabalhar com integridade - e ter sucesso com integridade.
Concordo em gênero, número e grau com o professor Navi Radjou. O tema competências dos líderes do futuro é recorrente aqui nesse blog e deveria ganhar importância maior nas empresas, se elas quiserem realmente tornar-se sustentáveis, conciliando competitividade com a ética.
Esse é mais um post que vai para a série “Gestão 2.0″.
E você leitor, quem você considera como líderes criativos que apresentam os princípios acima relacionados? Quais os passos que sua organização está tomando para produzir tais lideranças?
Um abraço.
P.S : Força, Massinha!
“Keep the faith”
referencias
http://hsm.updateordie.com/hsm.updateordie.com/empresas/2009/07/gestao-20-por-que-lideres-criativos-sao-tao-raros/
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Gripe Suina , Aviaria etc... O Real Motivo dos Alarmes , uma grande farça
Operação pandemia (Legendado)
O leite com gás da Coca-Cola

Ainda não chegou por aqui, mas não dá para não falar: Coca-Cola acabou de colocar no mercado americano– especificamente em New York–, um leite desnatado efervescente! Chamado de Vio “Vibrancy drink”, não precisa ser refrigerado e vem em quatro sabores “naturais”: Very Berry; Peach Mango; Tropical Colada e Citrus Burst (seja lá o que for isso). Lá, custa U$ 2,50 a garrafa. A peça publicitária diz que a bebida é “como uma festa de aniversário para um urso polar”. A-hã. Então, tá
O site tenta vender o negócio como algo saudável: tem cálcio, antioxidantes e vitamica C. E 26 gramas de açúcar por garrafinha de 240 ml… A bebida é parte de uma iniciativa da empresa, chamada Projeto Vida, de desenvolver produtos a base de leite. Se for um sucesso nos EUA, pode ser lançada no resto do mundo. Nós realmente estávamos precisando disso. Muito mesmo.
Bolo de Caneca

bolo de caneca
preparado na própria caneca que irá consumir e em apenas 3 minutos no microondas.
ingredientes:
- 1 ovo pequeno
- 4 colheres (sopa) de leite
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
- 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó
modo de preparo:
- coloque o ovo na caneca e bata bem com garfo.
- acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
- acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
- leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.
dicas
- a caneca deve ter capacidade de 300ml.
- a medida de colher é sempre rasa.
referencias bibliográficas
http://jululi.wordpress.com/2008/03/13/bolo-de-caneca/
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